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terça-feira, 12 de outubro de 2010
Alzheimer
O cérebro humano é um computador orgânico notavelmente complexo. Além de captar grande variedade de experiências sensoriais, processa e armazena essas informações, memoriza e integra fragmentos selecionados no momento certo. A destruição causada pela doença de Alzheimer pode ser comparada ao apagamento de um disco rígido, começando pelos arquivos mais recentes até os mais antigos. Um dos primeiros sinais é a incapacidade de recordar eventos recentes, enquanto lembranças antigas permanecem intactas. Conforme a doença progride, porém, tanto as memórias novas quanto as mais remotas desaparecem gradualmente, até que as pessoas mais queridas deixam de ser reconhecidas. O temor de adquirir a doença de Alzheimer origina-se nem tanto da dor física e do sofrimento antecipados, mas a perda inexorável de lembranças de uma vida inteira, que são a base da identidade individual.Os indivíduos afetados não sofrem apenas de problemas de memória, mas também de outros distúrbios cognitivos que incluem a fala, a capacidade de concentração, orientação espacial, raciocínio e cálculo. Não há cura, e as terapias disponíveis apenas retardam o desenvolvimento da doença por alguns poucos anos.
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